Nos EUA, outdoors incentivam pessoas a aprender sobre riscos e falhas antes de vacinar os filhos.
Uma das decisões mais difíceis e cruciais que os pais enfrentam é sobre
vacinar ou não seus filhos. E caso decidam pelo sim, quais são as
vacinas cujos benefícios superam os riscos?
O Centro Nacional de Informações sobre Vacinas (sigla em inglês NVIC)
está lançando outdoors recomendando aos pais que se informem sobre os
perigos potenciais das vacinas.
Os outdoors já foram colocados nos estados do Arizona, Illinois, Texas e Oregon.
“Vacinas? Conheça os riscos e as falhas”, diz o anúncio.
O NVIC mostra seu posicionamento no site:
“A comunidade de pessoas prejudicadas por vacinas é composta de jovens e
idosos, que sofrem de uma gama de doenças crônicas e deficiências,
incluindo dificuldades de aprendizado e atrasos de desenvolvimento,
Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA), autismo, epilepsia, retardo
mental, diabetes, asma, doença inflamatória intestinal (DII), artrite
reumatoide, esclerose múltipla e outros tipos de doenças neuro-imunes e
autoimunes”.
“Vacinas, assim como todas as intervenções médicas, possuem riscos e
benefícios, que podem variar entre pacientes e circunstâncias (incluindo
a doença e a vacina)”, explica a Dra. Jane Orient, da Associação de
Médicos e Cirurgiões Norte-americanos.
Existe uma longa e antiga barreira entre os grupos pró-vacina e
anti-vacina. Descobrir a verdade é uma questão de um rígido debate. Os
pais têm a decisão de aceitar as recomendações de médicos e do governo
ou se informar bem o suficiente para tomar decisões fundamentadas por
conta própria.
Conforme observa o editor-chefe do WND David Kupelian, “De um lado,
temos a elite médica, incluindo os Centros de Controle e Prevenção de
Doenças do governo federal, que repetem à exaustão o mantra de que
vacinas são seguras e eficazes e todos devem tomá-las. Questionar a
sabedoria deles o torna um paranoico teórico da conspiração.
Por outro lado, temos um considerável e crescente grupo de céticos,
incluindo muitos profissionais médicos, que questionam abertamente as
vacinas. Alguns são estridentes, alegando que as vacinas fazem mal a
todos, a qualquer momento e em qualquer lugar, e alguns até atribuem um
motivo sinistro aos fabricantes das vacinas e aos médicos que as
aplicam. Mas muitos outros são cuidadosos, sutis e muito bem informados.
Eles consideram cada vacina individualmente quanto aos seus méritos e
suspeitas negativas, e ainda aparecem com uma grande placa de
‘atenção’”, acrescenta.
“Todos nós precisamos pesquisar o assunto com uma mente aberta e crítica”, aconselha.
O WND há muito tempo já vem tentando fornecer tais informações por meio
de reportagens sobre as controvérsias que cercam as vacinas contra o
vírus do papiloma humano (HPV), autismo e mais uma ampla variedade de
vacinas dadas a bebês.
Em janeiro, o WND noticiou que os bebês recebem em média 24 vacinas em 24 meses.
As vacinas são para difteria e tétano, coqueluche e sarampo, catapora e
insetos que causam meningite, pneumonia e diarreia, e algumas são
aplicadas mais de uma vez.
Um estudo realizado para o governo pelo Instituto de Medicina, uma das
Academias Nacionais de Ciência independentes, afirma que as autoridades
do governo devem se preocupar com o número de vacinas sendo ministradas.
Mas o estudo concluiu que “não há evidências de que o programa de imunização infantil não seja seguro”.
“Embora o número de vacinas recomendadas seja maior do que nunca, as
vacinas utilizadas no atual programa de imunização na verdade possuem
menos antígenos (vírus ou bactérias desativados ou mortos ou toxinas
bacterianas alteradas que causam doenças e infecções) devido a avanços
na tecnologia das vacinas. De 1980 a 2000, o número total de antígenos
no programa de imunização caiu em aproximadamente 96%”, de acordo com
Ada Sue Hinshaw, Ph.D, diretora da faculdade de enfermagem da Uniformed
Services University of Health Sciences.
Mas não é porque as vacinas são seguras para a maioria que elas sejam seguras para todos.
“É essencial entender claramente que a maioria das ‘autoridades de
saúde’ preocupadas com a imunologia não tem como prioridade o que é
melhor para você e seu filho em particular, mas sim o que eles entendem
como o interesse da população como um todo. E desse ponto de vista
macro, buscam manter o que eles chamam de ‘imunidade coletiva’”, escreve
Kupelian.
“No entanto, como existem perigos reais nas vacinas, devemos aos nossos
filhos, a nós mesmos e a Deus estar informados e tomar decisões baseadas
no que é realmente certo para nós, não para as noções dos outros sobre o
que eles pensam servir ao bem coletivo. Eles podem estar errados”,
acrescenta.
Uma vacina infantil está sob intensa investigação.
O WND noticiou há alguns dias que um grupo que fiscaliza o governo está
processando o governo federal, exigindo a abertura dos registros
relacionados à vacina para a DST vírus do papiloma humano, ou HPV.
A Judicial Watch anunciou que submeteu, em 14 de fevereiro de 2013, um
processo com base na lei americana de acesso a informação (Freedom of
Information Act), contra o Departamento de Saúde e Serviços Humanos,
para obter esses registros. O grupo busca registros relacionados a um
programa de indenização por danos causados por reações adversas da
vacina em pacientes.
O governo federal recomendou a vacina contra o HPV para meninas e
meninos a partir dos 11 anos de idade. Mas ela vem causando milhares de
reações adversas, incluindo epilepsia, paralisia, cegueira, pancreatite,
problemas na fala, perda de memória de curto prazo, síndrome de
Guillain-Barré e até mortes.
Em outubro do ano passado, o presidente do WND Joseph Farah alertou
pais sobre o que eles precisavam saber antes de deixar seus filhos
receberem a vacina contra o HPV.
Farah citou uma revista de saúde feminina que mostrava que:
Citar:* Há mais de 100 tipos de HPV; o Gardasil
e o Cervarix, as vacinas mais comumente prescrevidas, protegem apenas
contra dois deles.
* Mesmo assim, a resistência da vacina é de apenas cinco anos.
* O câncer cervical pode ser prevenido sem a vacina. Como leva bastante
tempo até que o HPV evolua para um câncer maduro, há tempo mais que
suficiente para preveni-lo com o teste do Papanicolau.
* Há sérios efeitos colaterais, incluindo ocasionalmente a morte súbita.
Muitas pessoas vacinadas sentem sequelas normais da vacina, como
vermelhidão, dor ou desmaios. Mas milhares de mulheres relataram
problemas mais preocupantes, como cansaço paralisante, paralisia,
cegueira ou complicações autoimunes, e sim, algumas chegaram a óbito, de
acordo com dados do Centro de Controle de Doenças e da Administração de
Alimentos e Medicamentos (FDA). Na época da reportagem, há quase um ano
atrás, mais de 70 meninas perfeitamente saudáveis morreram de uma
reação neurológica que ocorreu logo após tomarem a vacina Gardasil.
“Há também o relato do Dr. Joseph Mercola. Assim como outros, ele chamou
atenção para o fato de que empresas farmacêuticas que ganha bilhões com
essas vacinas gastaram boa parte desses rendimentos promovendo suas
drogas para médicos, universidades, revistas de saúde e, é claro a
Administração de Alimentos e Medicamentos e o Centro de Controle de
Doenças. Antigamente, antes do complexo da mídia governamental,
chamávamos isso de suborno”, denuncia Farah.
Mercola cita outros efeitos colaterais, incluindo:
Citar:* Paralisia de Bell e síndrome de Guillan Barré;
* Epilepsia;
* Neoplasia Intra-Epitelial Cervical e câncer cervical;
* Coagulação sanguínea e problemas cardíacos, incluindo paradas cardíacas;
* Aborto e anormalidades no feto entre mulheres grávidas;
* Mulheres vacinadas apresentam um número elevado de lesões
pré-cancerígenas causadas por outros tipos de HPV que não o HPV-16 e
HPV-18.
“Os resultados não serão completamente claros até algumas décadas, e
enquanto isso, um número incontável de meninas jovens estão sendo
prejudicadas, e ainda não sabemos como o Gardasil irá afetar a saúde
delas no longo prazo, mesmo se elas não sintam os efeitos colaterais
mais graves”, afirma Mercola.
“Coagulação sanguínea causando morte, insuficiência respiratória aguda,
parada cardíaca e ‘mortes súbitas de causa desconhecida’, tudo isso
ocorreu em meninas logo após receberem a vacina Gardasil. São riscos
terríveis para potencialmente prevenir o câncer cervical algum dia no
futuro. Porque não vamos nos esquecer que ainda não foi PROVADO que a
vacina contra o HPV realmente previna qualquer tipo de câncer. O
benefício é nada mais que um grande ‘talvez’”, acrescenta.
Como o HPV pode ser transmitido pela atividade sexual, Farah recomenda que os pais conversem com seus filhos sobre a castidade.
“Explique os riscos físicos, espirituais, emocionais e de saúde. Não vá
simplesmente injetar um veneno em suas veias e achar que está cuidando
deles. Seja um pai e uma mãe de verdade. Às vezes é melhor simplesmente
dizer não”, recomenda.
Muitos pais também estão preocupados com uma possível ligação entre as
vacinas e o autismo. Um conservante em particular chamado timerosal é
uma preocupação mais específica.
Ellen Ratner, do WND, escreveu em dezembro que os índices de autismo cresceram 1000% em 40 anos.
Ela relata que o professor Leo Kanner, da Universidade John Hopkins,
descobriu em 1935 que “a taxa de autismo em crianças era de zero antes
de 1930. Desde então, o timerosal, um conservante que contém mercúrio na
composição, começou a ser utilizado em algumas vacinas”.
“Em julho de 1999, agências do serviço público de saúde, a Academia
Americana de Pediatras e fabricantes de vacina concluíram que o
timerosal deveria ser eliminado, ou pelo menos reduzido nas vacinas”,
continua Ratner.
O WND noticiou em dezembro que a maior organização de pediatras dos EUA
fez forte oposição à proposta da ONU de banir o timerosal dos estoques
mundiais da vacina.
Declarações na revista de pediatria Academia Brasileira de Pediatras
diziam que não havia conclusões de que o timerosal fosse prejudicial, e a
retirada das vacinas que continham o conservante iria ameaçar
desnecessariamente as vidas de milhões de crianças em países
subdesenvolvidos.
A pesquisa “não produziu provas de que há danos relevantes”, incluindo
autismo, “do uso do timerosal nas vacinas”, escreveu o Dr. Walter
Orenstein, diretor adjunto do Centro de Vacinação da Universidade de
Emory, na Geórgia.
Pais que acreditam que seus filhos foram prejudicados por uma vacina
podem requerer ajuda financeira do governo federal. O Programa Nacional
de Indenização por Danos de Vacinação, foi criado anos atrás para pagar
pelos cuidados de americanos prejudicados por vacinas.
Se você ou seus filhos sofrem de choque anafilático ou neurite braquial
depois de receber uma vacina que contém toxoide tetânico, você é
elegível. Se desenvolver encefalopatia (literalmente, patologia
cerebral), de uma vacina que contenha o antígeno de pertussis, ou dos
vírus de sarampo, caxumba ou rubéola, igualmente.
Artrite crônica decorrente de vacinas que contêm o vírus da rubéola,
infecção viral pelo vírus do tipo contido na vacina contra sarampo,
pólio paralítica ou infecção pelo vírus vivo do tipo contido na vacina
contra poliomielite, intuscepção (prolapso intestinal) pelo vírus vivo
do tipo comum nos macacos rhesus contido na vacina oral rotavírus
humano, também estão cobertos pelo programa.
Esses são apenas alguns dos danos causados por vacinas que os americanos
sofrem; doenças que são discretamente tratadas com dólares federais.
As vacinas que talvez não sejam particularmente arriscadas podem ser simplesmente ineficazes para algumas pessoas.
O WND noticiou em fevereiro que a vacina contra gripe tem eficácia de
apenas 9% nas pessoas a partir de 65 anos contra um tipo de gripe que é
predominante na estação, de acordo com os Centros de Controle e
Prevenção de Doenças.
E algumas vacinas que podem ser necessárias simplesmente não estão disponíveis para o público em geral.
A Dra. Lee Hieb escreveu no WND em fevereiro que a vacina contra varíola
deveria “estar disponível para todos os que a quisessem”.
“Os Estados Unidos pararam de vacinar contra a varíola em 1972, tendo o
último caso selvagem ocorrido em 1967. A varíola é uma doença
incrivelmente perigosa. É a doença mais contagiosa da humanidade,
espalhando-se literalmente como fumaça”, acrescenta.
“Embora seja verdade que a varíola tenha sido erradicada na forma
selvagem, não desapareceu. Quando a doença foi controlada, foram dadas
amostras para o Centro de Controle de Doenças em Atlanta e para o
Biopreparat/Vector na União Soviética”, conta Heib.
A doutora aponta que os soviéticos criaram o maior programa de armas
biológicas do mundo, e que o vírus da varíola agora sobrevive em
freezers por todo o mundo, nem todos em mãos amigas.
Ela teme por um surto, ou talvez um ataque de armas biológicas, e
acredita que a vacina deveria ser distribuída antes que um evento desse
tipo ocorra, e não depois.
Tradução: Luiz Gustavo Gentil